Correios são símbolo da nacionalidade brasileira

A ameaça de Bolsonaro de privatizar a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ETC) afronta um dos pilares da história do Brasil.

O novo presidente dos Correios, Floriano Peixoto Neto, afirmou, na posse, que sua missão à frente a estatal será de resgatar a "credibilidade" da empresa. Ele não falou nada sobre a privatização, mas sabe-se que esse é o objetivo do presidente Jair Bolsonaro. Floriano Peixoto Neto assumiu o posto no lugar de Juarez Cunha, que teve a demissão anunciada pelo presidente sob a “acusação” de ter comportamento de "sindicalista" ao se manifestar contrário à privatização.

Os Correios antes eram, até 1969, apenas o Departamento de Correios e Telégrafos (DCT), vinculado ao Ministério da Viação e Obras Públicas. Em pouco tempo a empresa transformou-se em uma das mais importantes empresas estatais brasileiras. Estima-se que do total de seis milhões de pessoas que trabalham na atividade de correios no mundo — a maior força de trabalho dentre todos os setores da economia mundial —, aproximadamente 110 mil trabalham na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ETC).

Com seu papel estratégico para o desenvolvimento econômico, social e cultural do país, a empresa é uma instituição que conquistou respeito e admiração, e universalizou os serviços — a inauguração da agência de Rio do Fogo (RN), em Janeiro de 2001, concretizou o cobertura de 100% dos 5.561 municípios brasileiros. Nenhuma outra instituição jamais registrou algo parecido em termos de capilaridade.

A empresa possui uma estrutura complexa. As lojas da ECT são a célula básica de todo o sistema postal brasileiro — por intermédio delas são atendidos os diversos segmentos da sociedade em suas variadas necessidades e demandas. A rede de lojas está configurada de duas formas: lojas próprias e lojas de terceiros (franqueada ou contratada para prestação de serviços). O contrato pode ser feito com entidades públicas ou privadas — dependendo do interesse da ECT.

Transformação profunda

A sede da empresa fica em Brasília, onde está o centro administrativo nacional, denominado de Administração Central (AC), congregando todo o sistema. A ECT conta ainda com 24 Diretorias Regionais (DRs), com sede nas capitais dos principais Estados brasileiros, que têm a finalidade de coordenar as ações e diretrizes da AC.

Embora as DRs apresentem estruturas diferenciadas nacionalmente — pelo tamanho ou grau de complexidade das operações em cada região —, elas executam atividades ou funções semelhantes. E estão divididas em regiões operacionais (Reops), com base em fatores geográficos, número de lojas coordenadas, grau de complexidade das operações ou definição estratégica. Às Reops cabe a tarefa de coordenar as atividades das lojas.

A ECT foi criada — exatamente no dia 20 de março de 1969 — como empresa pública vinculada ao Ministério das Comunicações e promoveu uma transformação profunda no modelo de gestão do setor postal brasileiro, tornando-o uma marca reconhecida como um verdadeiro patrimônio nacional. Dentre as medidas adotadas com o surgimento da ECT, destacam-se o Código de Endereçamento Postal (CEP), a criação de centros de triagem eletrônica e a instalação de uma rede postal noturna.

A partir da adoção de novos modelos de gestão, centrados basicamente no controle rígido da força de trabalho, a ECT conquistou sua autossuficiência financeira em 1977, transformando os correios em atividade superavitária no Brasil. Nos anos que se seguiram à criação da empresa, vários serviços foram incorporados ao seu portfólio. Hoje, a ECT trabalha com mais de cem produtos e serviços — muitos deles pela internet. A empresa já figurou entre as 50 empresas mais respeitadas do mundo e entre as cinco mais confiável do Brasil, segundo ranking elaborado pelo Reputation Institute, organização com sede em New York.

Trabalho duro

As quatro brasileiras que aparecem antes da ECT são: Petrobras (20ª posição), Gerdau (24ª), Usiminas (40ª) e Vale do Rio Doce (43ª). A pesquisa sobre reputação corporativa, realizada pelo terceiro ano consecutivo, foi elaborada entre fevereiro e março de 2008 em seis continentes, abrangendo 27 países, mais de mil empresas e 60 mil usuários — totalizando 175 mil avaliações. A ECT obteve 76,64 pontos na pesquisa, constando, assim, na lista das 200 empresas de melhor reputação no mundo, divulgada pela revista norte-americana Forbes.

Foram avaliadas as 600 maiores empresas do mundo, com base na receita anual e no Produto Interno Bruto (PIB) dos países. No total, elas representam 24 ramos diferentes de negócios. A ECT foi a única empresa de correios a constar na lista Top 50, superando a FedEx norte-americana, que ficou em 52º lugar no ranking de respeitabilidade. Entre as empresas de logística, a ECT alcançou a segunda posição.

Os trabalhadores da empresa, conhecidos como “ecetistas”, distribuem diariamente cartas, jornais, revistas, livros didáticos e encomendas variadas para pessoas físicas e jurídicas em todo o território nacional. A empresa passou por um radical processo de inovação tecnológica, com a implantação do “Programa de Recuperação e Ampliação do Sistema de Telecomunicações e do Sistema Postal (Paste)” no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC), mas as condições de trabalho pioraram.

Antes, o trabalho dos ecetistas já era duro. A categoria enfrentava os efeitos de uma “organização racional do trabalho” que reforçou o controle autoritário da direção da empresa sobre os trabalhadores e impôs um brutal arrocho salarial. A partir de 1985, com o país já respirando os ares da “Nova República”, houve a eclosão de várias greves. Era um processo estancado pelo autoritarismo da ditadura militar.

Empresa francesa

Na década de 1970, a ECT recebeu quatro missões de técnicos franceses com a determinação de fazer mudanças radicais — o processo de “modernização” elevou o controle do trabalho pela gerência e implantou uma hierarquia taylorista-fordista rígida, imposta pelos militares que ocuparam os postos-chaves da empresa. A escolha pelos técnicos franceses deveu-se ao fato de a França possuir um dos melhores correios do mundo, com forte tradição no domínio das técnicas postais.

A primeira missão trabalhou na ECT entre novembro de 1971 e março de 1972, fazendo um diagnóstico da situação — segundo o relatório anual da ECT de 1972. Entre março de 1973 e outubro de 1974, a segunda missão implantou a hierarquia taylorista-fordista, em São Paulo e no Rio de Janeiro, que ficou conhecido como “Projeto Eco” — denominação para classificar a ressonância, ou eco, que a filosofia implantada deveria provocar.

A terceira missão, que trabalhou na ECT entre junho de 1975 e julho de 1976, ampliou o “Projeto Eco” para a região Sul. E a quarta missão, que trabalhou até 1977, aplicou as normas de um contrato assinado com a empresa francesa “Sociedade de Estudos e Realizações Postais (Sofrepost)” com o objetivo de consolidar a organização implantada — principalmente na área de atendimento, as agências —, fortalecer os sistemas de diretorias regionais em São Paulo e no Rio de Janeiro e estender geograficamente o novo sistema de administração baseado no “Projeto Eco”.

Operação tartaruga

O resultado deste processo e a política de arrocho salarial que castigou duramente a categoria na virada da década de 1970 para a década de 1980 levaram à eclosão das greves de 1985. Nas paralisações de março e maio daquele ano, mais de três mil ecetistas foram demitidos pelo então poderoso ministro das Comunicações Antônio Carlos Magalhães (ACM). A categoria ainda não tinha permissão para se organizar em sindicatos e era representada por associações — a criação de sindicatos só foi possível em 1989, após a promulgação da Constituição de 1988.

Os jornais da época mostram que a prática do governo ao lidar com as greves dos ecetistas era a da ameaça antecipada — ACM dizia que sua única resposta em caso de paralisação era a demissão em massa. Na operação tartaruga que antecedeu a greve de outubro de 1985, ele mandou demitir 275 trabalhadores. A ECT entrou em decadência. Além da queda dos investimentos, uma tendência iniciada no começo da década de 1980, as demissões em massa tiraram da empresa muitos profissionais capacitados e levaram a ECT a criar um sistema de substituição rápida e praticamente sem treinamentos.

A ECT — e principalmente os ecstistas — sofreu um intenso assédio quando as privatizações eram o norte do governo na “era FHC” e está longe de cumprir aquele papel designado aos correios quando o Brasil iniciou a sua fase de integração nacional mais efetiva após a revolução de 1930 liderada por Getúlio Vargas. Antes, o assunto já ocupava lugar de destaque na estrutura de poder.

Primeira página

A história postal brasileira confunde-se com a própria história do país. No dia 2 de maio de 1500, quando a esquadra cabralina se preparava para deixar a então “Ilha de Vera Cruz” rumo às Índias, seguia para Portugal o que seria o primeiro navio-correio do Brasil com as missivas e as amostras do que havia sido recolhido na nova terra. Na gaveta de Gaspar de Lemos, iam, entre outras, as mensagens do escrivão Pero Vaz de Caminha e do médico e cosmógrafo da corte lusitana, João Faras (Mestre João), ao rei D. Manuel I.

A primeira, de 27 páginas, narrando a viagem de 42 dias, descreveu a nova terra e seus habitantes, observando as suas potencialidades e recomendando a sua exploração; a segunda, de duas páginas, relatou as medições náuticas da viagem, a descrição do céu austral e a localização da descoberta — ambas as cartas reencontradas, nos séculos XVIII e XIX, nos arquivos da Torre do Tombo em Lisboa, uma prova cabal de que daqui foram expedidas e de que lá chegaram.

Assim inaugurava-se, simbolicamente, a primeira página na história dos correios no Brasil. Muitos anos iriam se passar, entretanto, até que o país tivesse um serviço postal regular e eficiente. Isso porque, durante o período colonial, os próprios portugueses não dispunham de um sistema postal organizado, recorrendo frequentemente aos vizinhos europeus para o transporte de correspondências.

A Coroa portuguesa chegou a estabelecer no Brasil o posto de Correio-Mor do Reino, mas foi preciso a chegada da família real, em 1808, para que a atividade pudesse se desenvolver. Em novembro daquele mesmo ano foi instituída a primeira legislação postal do Brasil — o Regulamento Provisional da Administração Geral dos Correios da Coroa e Província do Rio de Janeiro. Com os anos, os serviços começaram a avançar para o interior do país e linhas regulares foram criadas para as demais províncias, começando por São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Mato Grosso.

Legião de carteiros

A Declaração de Independência é outro marco simbólico na história dos correios: foi das mãos do mensageiro Paulo Bregaro, patrono dos carteiros, que chegou às mãos de Dom Pedro I, em 7 de setembro de 1822, a correspondência da Imperatriz Leopoldina informando sobre as novas exigências de Portugal em relação ao Brasil, e incitando o Imperador a proclamar a Independência.

Dom Pedro II, ao iniciar seu reinado em 1841, deu novo impulso e dinamismo à atividade. Foi assim que, em 1843, o Brasil se tornou o segundo país a adotar um selo como taxa de serviço postal — uma invenção inglesa de 1840 e tida como um marco na história dos correios no mundo. Nesse período, grandes transformações tecnológicas determinaram o progresso nas comunicações em todo o país — o ápice foi a implantação do telégrafo elétrico em 1852.

Data dessa época o estabelecimento da primeira legião de carteiros e de condutores de malas e do sistema de entrega de correspondências em domicílio. Ainda no reinado de Dom Pedro II, foram promulgados acordos internacionais para troca de correspondências e em 1877 o Brasil aderiu ao tratado de criação da União Postal Universal, selado em Berna, na Suíça, três anos antes.

O início do período republicano, principalmente nas primeiras décadas do século XX, não foi dos mais frutíferos para o desenvolvimento dos correios e a qualidade dos serviços começou a decair. Numa tentativa de reverter esse quadro, em 1931 o governo promoveu a fusão dos serviços de correios e de telégrafos, que funcionavam de forma independente. O Departamento dos Correios e Telégrafos (DCT) investiu em novos serviços e aparelhagem.

Chegada de FHC

Outra prova da importância estratégica dos correios é sua condição de monopólio estatal. Já na Constituição de 1891, a menção feita a meio de comunicação é voltada para o telégrafo e os correios. Era de competência exclusiva da União a decretação de taxas e contribuições concernentes aos telégrafos e correios. Competia ao Congresso Nacional legislar sobre este serviço.

A Constituição de 1934 ampliou este conceito ao registrar que era de responsabilidade da União explorar ou dar em concessão os serviços de telégrafos e radiocomunicação. A Constituição de 1946 manteve o controle da União sobre o setor — condição que sobreviveu ao golpe militar de 1964 e consagrou-se na Constituição de 1988. Quando a ECT foi criada ela ganhou caráter de empresa pública operando em regime de monopólio.

Com a chegada de FHC à Presidência da República, o monopólio estatal dos correios começou a ser ameaçado. A agenda neoliberal do seu primeiro mandato, iniciado em 1995, já previa a redefinição do conceito de empresa nacional e a quebra dos monopólios estatais de energia elétrica, de recursos minerais, de telecomunicações e de petróleo — a finalidade era abrir as portas do país ao capital estrangeiro.

FHC foi ideologicamente pragmático e utilizou a instituição presidencial como motor para a realização de um programa de governo liberalizante e privatista. As “reformas constitucionais”, como ficou conhecido o conjunto de propostas encaminhadas ao Congresso Nacional no início do seu mandato e que englobava questões previdenciárias e administrativas, transmitiu a ideia de políticas programáticas, coletivamente construídas, com vistas à retomada do desenvolvimento econômico e social.

Chegada de Lula

Na prática, o que estava em jogo era uma política entreguista e antinacional, que logo atingira a ECT. Tratava-se da “reforma postal” — a Lei Geral do Sistema Nacional de Correios —, que pretendia promover a abertura do setor e transformar a ECT em sociedade anônima (Correios do Brasil S.A.), regulada pela Agência Nacional de Serviços de Correios (ANSC). O projeto de “reforma”, iniciado em 1997, pretendia criar também o “Sistema Nacional de Correios (SNC)”, que passaria a abranger a ECT, os operadores privados e a ANSC.

O projeto previa ainda a extinção do monopólio estatal nos correios num prazo de dez anos. O governo alegava que pretendia apenas regulamentar a presença de operadores privados, que já atuavam no setor desde o início dos anos 1990 — incentivados pelo governo do então presidente da República, Fernando Collor de Mello. “A agência vai ser o grande ‘ouvidor’ da sociedade, uma espécie de xerife do sistema postal”, disse, na época, o então presidente da ECT, Egydio Bianchi, ao jornal da empresa, Correios do Brasil, do dia 1º de dezembro de 1999.

O então presidente da ECT também anunciou a criação do Banco Postal, que mais tarde, já no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seria implantado. Segundo Arnaldo Salvo, à época integrante da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresa de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), era evidente que, além de destruir a ECT, a Lei Geral do Sistema Nacional de Correios provocaria demissões em massa. Com a chegada de Lula à Presidência da República, a “reforma postal” caiu no esquecimento — em outubro de 2003, quando o presidente solicitou ao Congresso Nacional que suspendesse a tramitação do projeto, ele foi engavetado. Texto de Osvaldo Bertolino.

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AACB,4,AADC,35,AAG,1,AAT,1,ABAICT,2,Abaixo-assinado,10,ABComm,8,Abertura de Capital,7,Abono Pecuniário,6,ABRAPOST,1,Abrapp,8,AC Caieiras,1,AC Central,1,AC Parelheiros,1,AC São José,1,AC Tabuleiro,1,AC Tietê,1,Ação FGTS,1,Ação INSS,1,Ação Social,3,Accenture,23,Acessibilidade,2,Acidente,22,Acidente de Trabalho,6,Ações Trabalhistas,2,Acompanhamento Filho,2,Acordo Coletivo,336,ACT 2016/2017,15,ACT 2018/2019,112,ACT 2019/2020,185,ACT 2020/2021,344,ACT 2021/2022,10,ADCAP,321,Adicional Noturno,1,AEB,1,Afastados,6,Afastamentos,6,Agência,99,Agências Marketing,2,Agências Modulares,7,Aglomeração,1,Agradecimentos,1,Agressão,10,AGU,9,Água,2,ALAC,1,ALBA,2,Alcoolismo,1,ALEPA,1,ALEPI,2,ALERJ,1,ALESP,2,Alibaba,5,ALMG,8,ALMT,1,Aluguel,1,Alunos,1,Amazon,32,Ambulatório,7,ANAC,2,ANACOM,12,ANAPAR,2,ANATECT,8,ANATEL,18,André Figueiredo,10,Animais,19,ANIPP,1,Anistia,5,ANPP,1,ANS,19,Antissindicais,2,ANVISA,3,Aplicativo,2,Aposentadoria,1,Aposentadoria Invalidez,1,Aposentados,69,APP,2,Apreensão,27,Ar 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Votorantim,1,CDEICS,5,CDH,19,CDHM,1,CEE Bangu,2,CEE Barueri,1,CEE Campos,1,CEE Esmeralda,1,CEE Itaquera,1,CEE Jacarepaguá,2,CEE Jaguaré,1,CEE Laranjeiras,1,CEE Moema,1,CEE Novo Hamburgo,1,CEE Piracicaba,2,CEE Santo Amaro,3,CEE São Bernardo do Campo,1,CEE São Cristóvão,1,CEE São Gonçalo,1,CEF,1,CEGEP,2,CEINT,1,CEINTs,1,Centrais Sindicais,2,Central Braille,1,Central de Atendimento,4,CEP,2,Certificação,1,Cestas Básicas,2,CGPAR,13,CGPAR-23,4,CGR,1,CGU,11,Chatbot,1,China,1,Chip Amarelinho,7,Chuvas,3,Cinesioterapia Laboral,1,Ciro Gomes,1,CLI Benfica,2,Clipping,3126,Clique e Retire,1,CLP,1,CLT,8,CMN,1,CNH,1,CNMP,2,CNNM,2,CNPC,1,Coabitação,27,Cobertura,1,Cobrança Mensalidade,3,Coleta Gratuita,1,Comércio Eletrônico,4,Comércio Virtual,1,Comissão Acidente de Trânsito,2,Comitê,1,Compensação,11,Compliance,1,Compra Fora,5,Comprovante de Rendimentos,10,Comunicado,65,Concessão,2,Conciliação,1,Concurso,30,Condições de Trabalho,276,Congresso,20,CONREP,5,Conselho de Administração,5,Conselho Deliberativo,13,Conselho Fiscal,4,Consin,4,Constituição,9,Contaminação,44,Contas Públicas,1,CONTECT,1,Contra Privatização,275,Contrabando,3,Contracheque,1,Contrato de Trabalho,1,Contribuição Definida,6,Contribuição Extraordinária,15,Contribuição Sindical,1,Convocação,15,Copa do Mundo 2018,1,Corregedoria,1,Correios,101,Correios Aqui,12,Correios Celular,17,Correios Log+,2,Correios Notícias,8,Correios Packet,4,Correios Saúde,1,Correios Saúde II,18,CorreiosPar,8,Correspondências,2,Corrupção,2,CORSIN,1,Corte de Energia,1,Cortes de Despesas,6,Cosit,2,COVID19,703,COVISA,2,CPC-33,4,CPF,5,Credenciamento,9,Crediamigo,1,Crédito Salário,1,Crescimento,1,Cronograma de Empréstimos,18,CSP Conlutas,1,CTASP,4,CTB,1,CTC Jaguaré,3,CTC Moóca,1,CTC Santo Amaro,2,CTC Santo André,1,CTCE,1,CTCE Belém,2,CTCE Contagem,1,CTCE Indaiatuba,1,CTCE Santos,2,CTCE São José,1,CTCE Vila Maria,4,CTE Benfica,2,CTE São Gonçalo,1,CTE Saúde,1,CTO,1,CTO Jaguaré,1,CTO Rio de Janeiro,1,CTT,1,Custos,2,CUT,1,CVM,19,Cyber Monday,1,Dano Material,1,Danos Materiais,1,Danos Morais,21,Data Comemorativa,39,DDA,26,De Brasil a gente entende,2,Déficit,4,Demissão,37,Demissão Acordada,1,Demissão Motivada,20,Demonstrativo,1,Dengue,1,Denúncia,1,Depoimento,1,depressão,1,Deputado,1,Desacato,1,Desaparecido,2,Desconto Assistencial,1,Desconto Greve,32,Desconto Indevido,4,Descredenciamento,3,Desestatização,19,Desinfecção,75,Desligamento,1,Despacho Postal,22,Despedida,1,Despejo,1,Despesas Administrativas,1,Despesas com Pessoal,1,Destaque,1337,Desvio,8,Desvio de Função,1,DHL,28,Dia do Carteiro,25,Diárias,3,Diário Oficial,6,DIEESE,9,Diferencial de Mercado,5,Digital,6,Diogo Mac Cord,28,Direitos dos Empregados,22,Diretorias,6,DIRF,1,Disputa Judicial,2,Dissídio,28,Distritos,2,Dívida,2,DNA,1,DNI,2,Doação,1,Doação Sangue,5,Documentos Perdidos,4,Doença Ocupacional,1,Domingo,3,DPVAT,1,Drive-Thru,1,Drogas,6,e-Carta,2,e-Carta Fácil,1,e-Certame,1,e-commerce,26,e-fulfillment,2,EcoPostal,3,Edison Lobão,1,Editorial,2,EFPC,1,Eleições,35,Eletrobras,18,Email,1,Embraer,1,Empréstimos,9,Enceja,1,Encomendas Internacionais,12,Encontro de Mulheres,1,ENEM,19,Enfermeiro do Trabalho,1,Entrega Correspondências,3,Entrega Digital,2,Entrega Encomendas,10,Entrega Interativa,3,Entrega Matutina,8,Entrega no Vizinho,3,Entreposto,1,EPIs,226,Ernesto Araújo,1,Escândalos,1,Esclarecimento,10,Escola Darcy Ribeiro,1,Escolta,3,ESMEC,1,Estabilidade,2,Estadão Conteúdo,1,Estado de Greve,28,Estatais,179,Estatais Estratégicas,2,Estatuto Social,8,Estrutura Organizacional,1,Eventos,3,Exames Periódicos,2,Exclusão Pai/M/ãe,35,Exclusiva,95,Extinção,1,Extrato,3,Extravio,2,FAACO,14,Fabio Faria,107,Fake News,44,Fale Conosco,1,Falecimento,3,Falsificação,2,Falta Estrutura,1,Falta Injustificada,1,Farmácia,1,Farsa,3,FAT,1,FATCA,1,Fechamento,56,FEDERAÇÕES,768,FEDEX,27,Feirão Imóveis,8,FENTECT,567,Feriados,10,Férias,5,Fernando de Noronha,1,FGTS,1,Ficha Financeira,3,FIEx,1,Fila Virtual,2,Filho Especial,1,Filiação 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Juarez Cunha,1,GERAE,25,Geral,1068,GERAT,1,Gestão de Riscos,1,Gilberto Kassab,6,Globalweb,1,Globau Saúde,1,GOL,1,Golden Share,1,Golpe,2,Google,1,Granada,1,Gratificação de Função,5,Greenfield,56,Greve,455,Greve Ambiental,3,Greve Branca,1,Grupo de Risco,5,Guarita,1,Guilherme Campos,4,Herói,1,Histórias,14,Homologação,1,Horas Extra,6,Ibama,4,IBCG,1,Importa Fácil,1,Inadimplência,1,Incêndio,12,Incentivo,1,Inclusão Dependentes,2,Incorporação de Função,8,Indenização,9,Indicação,1,Indicação Política,3,Infectados,56,Informa Postalis,5,Informe Jurídico,383,Insegurança,10,INSS,10,Insumos,1,Interdição,9,Internações,2,INTERSINDICAL,1,Intervenção,21,Invasão,3,Investigação,1,Investimento,11,IPO,7,IRRF,14,Isonomia,1,Itaú,1,Jair Bolsonaro,125,JF,2,JMJ,2,Joint Venture,13,Jornada de Trabalho,3,Jornada Trabalho Reduzida,3,Jovem Aprendiz,10,Jurídico,3,Justa Causa,6,Kassab,6,Kits Escolares,1,Lançamento,1,LATAM,5,LDO,1,Lei das Estatais,5,Lei Rouanet,1,Leilão,25,Leitura,1,LGPD,3,Liberações Sindicais,1,Licença-Maternidade,3,Licença-Paternidade,3,Licenças,2,Licitação,8,Liminar,62,Limpeza,1,Liquidação,2,Live,5,Livre Concorrência,1,Livre Escolha,4,Livros Didáticos,6,Lockers,22,LOEC,2,Log Farma,1,Logi Supri,2,Logística,11,Logística Pluvial,1,logística Reversa,1,Logomarca,1,Lojas Virtuais,1,LRF,1,LTR,1,Lucro,21,Lula,1,Luta Unificada,35,Magalu,21,Malha Fina,2,Malware,1,Manaus,1,Manifestação,10,MANPES,1,Manpoc,1,Manuais,2,Manutenção,1,MAPA,1,Maquinas de Triagem,1,Marco Postal,107,Marcos César,73,Marcos Pontes,30,Markeplace,8,Martha Seillier,6,Mato Grosso,1,MC,2,MCTIC,14,Mediação,7,Medicamentos,1,Médico do Trabalho,5,Medidas Preventivas,1,Meio Ambiente,1,Melhor Envio,1,Mensagem Final de Ano,1,Mensalidade,35,Mercado Livre,26,Mesa de Negociação,23,Metas,1,Militares,5,Milton Lyra,3,Minas Gerais,3,Minhas Importações,1,Mini Envio,1,Ministério da Economia,22,Ministério da Fazenda,2,Ministério da Saúde,5,Ministério das Comunicações,75,Ministério do Planejamento,12,Ministério do 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Livre,1,Passeata,3,Paternidade,1,Patrocínios,21,Paulo Guedes,136,Paulo Paim,5,Paulo Skaff,1,PBM,4,PCCS1995,12,PCCS2008,2,PDG,1,PDI,26,PDL,2,PDT,2,PDV,47,PEC,21,Peculato,3,Pensionistas,2,Percorrida,3,Periculosidade,5,Perseguição,7,Pesquisa,16,PGFN,1,PGR,18,PIB,1,Piquete,8,Plano BD,59,Plano CD,1,Plano de Custeio,3,Plano de Saúde,82,Plano Família,18,Plano Odontológico,1,Plantão Negociação 2018/2019,19,Plantão Negociação 2019/2020,12,Plantão Negociação 2020/2021,4,Plantão Negociação 2021/2022,4,PLDO,1,Plenária,3,PLND,1,PLP 268/2016,1,PLR,1,PND,78,PNI,4,PNLD,3,Podcast,3,Polícia Federal,76,Política,1,Políticas de Investimento,1,Portabilidade,5,Portaria,8,Pós-emprego,1,Posse,6,Postal Saúde,414,Postalis,660,Postalis Digital,6,PostalPrev,37,Poupatempo,1,PPI,184,PPP,3,Praect,2,Prazos de Entrega,1,Precarização,3,Premiação,15,Presidente,53,Prestador,2,Prestador Suspenso,2,Previc,43,PRF,2,Primeira Escolha,1,Primeira Hora,179,Prisão,1,Privatização,691,Processo,23,Processo 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Operacionais,6,Retrospectiva,1,Reunião Presidente,1,revitalização,1,RFID,2,Rodrigo Maia,9,Rombo,2,Roubo,54,RTSA,6,Rua Legal,1,Sala de Imprensa,551,Salários,3,Salim Mattar,63,Sanitização,5,Saque,1,Saúde Bucal,2,Saúde da Mulher,8,Saúde em Dia,4,SD,7,Sedex Hoje,1,Segunda Via,1,Seguradora,1,Segurança do Trabalho,1,Seguro de Vida,9,SEI,1,Selos,26,Semana do Brasil,1,Sementes,1,Senador Angelo Coronel,1,SENAI,1,Sequestro,12,Sequoia,1,SERASA,3,Série,7,Série Correios,1,Série Correios Saúde II,11,Serviços Digitais,2,Serviços Postais,4,SEST,14,SESTMT,1,Setoriais,1,Sigilo Postal,1,SIGMA,1,Sincort-PA,12,Sincotelba,37,Sindecteb,40,Sindicato,1127,Sintcom-PR,82,Sintect-AC,43,Sintect-AL,143,Sintect-AM,8,Sintect-AP,14,Sintect-CAS,30,Sintect-CE,17,Sintect-DF,76,Sintect-ES,60,Sintect-GO,59,Sintect-JFA,11,Sintect-MA,62,Sintect-MG,37,Sintect-MS,44,Sintect-MT,48,Sintect-PB,38,Sintect-PE,39,Sintect-PI,63,Sintect-RJ,289,Sintect-RN,24,Sintect-RO,10,Sintect-RPO,25,Sintect-RR,1,Sintect-RS,84,Sintect-SC,32,Sintect-SE,20,Sintect-SJO,3,Sintect-SMA,5,Sintect-SP,349,Sintect-STS,18,Sintect-TO,20,Sintect-URA,19,Sintect-VP,13,smartphones,4,SMS,1,SNCT,2,Sobrecarga,1,Social,7,SOFT,1,Solidariedade,10,SQUASH,1,STF,296,STJ,3,Sucateamento,2,Superintendente,3,Surto,1,SUS,1,Suspensão Entregas,2,Suspensão Serviço,4,TACs,8,Taxa Emergencial,2,Taxa Extra,5,Taxa Homologação Importados,6,TCU,36,Tecban,1,Tecnologia,1,Tele Sena,2,Teleatendimento,5,Teleconsulta,2,Terceirização,14,Terceirizados,10,Termo Aditivo,4,Termo Recusa,1,Tesouro Nacional,1,Testagem,2,Teto Salarial,1,TFD,1,TI,1,TJCE,1,TJSP,1,Todos Pelos Correios,16,Top of Mind,4,Trabalho Remoto,64,Tragédia,1,Transferência,5,Transportadora,1,TRF,14,TRT,99,TSE,3,TST,373,UBER,4,UD Juquitiba,4,UNI,2,União,2,Unidas,2,Uniforme,1,Unimed,2,Universitários,8,UPAEP,1,UPS,5,UPU,15,Urnas Eletrônicas,1,URP,1,USPOST,1,USPS,9,Vacina,14,Vale Alimentação,17,Vale Cesta,1,Vale Cultura,1,Vale Extra,4,Vale Refeição,5,Vale Transporte,6,Velório,1,Venda Imóveis,14,Vice-presidente,9,Vídeo,1414,Vigilância Sanitária,2,Violência,3,Vírus,2,Visa,4,Viver os Valores,2,webchat,1,Whatsapp,2,
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Correios do Brasil - Funcionários: Correios são símbolo da nacionalidade brasileira
Correios são símbolo da nacionalidade brasileira
A ameaça de Bolsonaro de privatizar a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ETC) afronta um dos pilares da história do Brasil.
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Correios do Brasil - Funcionários
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