Funcionário dos Correios aciona botão do pânico por engano e mobiliza quase 20 policiais

Testemunhas contaram que a polícia chegou muito rápido ao local

Caso aconteceu em uma agência dos Correios na Glória (Foto: Nágila Dubke)
Um funcionário de uma agência dos Correios na Glória, em Vila Velha, acionou o botão do pânico por engano e mobilizou quase 20 policiais na manhã desta terça-feira (9), segundo testemunhas.

Testemunhas contaram que a polícia chegou muito rápido e, em questão de minutos, já havia mais quase dez viaturas no local.

Por meio de nota, a Polícia Militar informou que "Segundo o funcionário da central do Ciodes, o alarme de pânico de um dos caixas havia sido acionado. Ao verificar as câmeras pode visualizar os funcionários sentados no chão em círculo e ninguém atendia o telefone. Militares foram ao local e constataram que os funcionários estavam em uma reunião e que por isso estavam sentados em círculo e não atenderam o telefone.

A gerente informou também que o botão do pânico não havia sido acionado. Ela foi devidamente orientada quanto às questões de segurança da agência e sobre movimentações estranhas no interior do local. Também foi solicitado que mantenham o diálogo constante com a central de alarme e monitoramento com o objetivo de evitar interpretações errôneas por parte dos operadores e dessa forma evitar que ocorrências de crise sejam geradas em equívoco".

Nossa equipe ainda procurou algum representante na agência, mas os funcionários preferiram não se manifestar.

Também por meio de nota, os Correios explicaram que o acionamento foi involuntário e que a equipe da Agência Glória, em Vila Velha, estava em reunião interna antes da abertura da unidade para o atendimento.

"Houve acionamento involuntário das forças policiais que verificaram, por meio do sistema de monitoramento, que toda a equipe estava sentada em uma sala, o que gerou estranhamento. A Polícia Militar esteve no local e comprovou se tratar de uma falha de acionamento do sistema de vigilância. Os Correios já providenciaram o reparo no sistema", diz a nota. Por Taynara Nascimento, Tribuna Online.

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