Greve nos Correios do Amapá chega ao sexto dia e trabalhadores fazem ato

Trabalhadores do setor operacional, como carteiros e motoristas, aderiram ao movimento. Categoria cobra reajuste salarial, mais condições de segurança e retorno do plano de saúde.

No sexto dia de greve da categoria, trabalhadores dos Correios em Macapá realizaram ato pressionando a direção da empresa a atender as reivindicações de funcionários, como aumento salarial de 8% e o retorno do plano de saúde. A mobilização nesta segunda-feira (25) resultou em uma passeata pelo Centro da capital.

Trabalhadores do setor operacional da estatal no Amapá, como carteiros, motoristas e atendentes, aderiram à greve nacional. O Sindicato das Empresas de Correios e Telégrafos (Sintect-AP) informou que pelo menos 80% do setor está paralisado por tempo indeterminado.

O presidente do Sintect-AP, Decírio Belém, informou que além de Macapá, agências no interior do estado também seguiram o movimento nas cidades de Santana, Ferreira Gomes, Itaubal e Pracuúba. Apesar disso, o atendimento segue normal, informou a direção dos Correios.
Carteiros suspenderam quase 80% dos serviços de entrega (Foto: Rita Torrinha/G1)
"As cidades estão com número reduzido de carteiros e o setor de atendimento não aderiu ao movimento. A empresa apresentou até agora proposta apenas para um sindicato que tem quatro estados filiados. Tem que se apresentar a todos os trabalhadores. Além disso, a proposta é ruim, somente 3% e isso a partir de janeiro", comentou Belém.

O movimento afirma que o ato é justificado também por pautas locais, como a insegurança dos carteiros, que estariam sendo assaltados em áreas de risco, além dos prédios e veículos que precisam de manutenção. As informações são do G1.

COMENTÁRIOS